96
Anos de história
23
Edições (incl. 2026)
17
Países anfitriões
8
Seleções campeãs

A linha do tempo

Os marcos das Copas e seus reflexos no colecionismo esportivo.

A história dos álbuns colecionáveis

O hobby tem sua própria cronologia — paralela e complementar à do torneio.

1930

Antes dos álbuns: as figurinhas avulsas

Durante as primeiras décadas do torneio, figurinhas de jogadores circulavam como brindes em embalagens de chocolate, cigarros e produtos de varejo. Não havia ainda o conceito de álbum oficial comercializado em massa.

1970

O marco zero do colecionismo moderno

A Copa do México em 1970 é considerada o nascimento do colecionismo moderno como o conhecemos. Pela primeira vez, álbuns oficiais com figurinhas autoadesivas foram comercializados em escala internacional. A capa com Pelé virou ícone.

1986

Maradona e a explosão sul-americana

O Brasil e a Argentina viveram, nos anos 80, uma febre nacional do álbum. Crianças trocavam figurinhas em pátios escolares, e a coleção virou matéria recorrente de revistas e jornais esportivos.

1994

O Tetra e o álbum recorde

A Copa nos EUA marcou o Tetra brasileiro e um dos álbuns mais vendidos da história no Brasil. A geração de Romário, Bebeto e Taffarel virou patrimônio de uma década inteira de colecionadores.

2014

A Copa em casa e o boom histórico

Com a Copa no Brasil, o álbum bateu recordes de vendas no país. Pacotinhos esgotavam, comunidades online floresceram, e o hobby alcançou um patamar inédito de visibilidade midiática.

2026

A nova era com 48 seleções

A edição tri-sede inaugura uma fase ampliada do colecionismo. Mais países, mais figurinhas, mais raridades, mais possibilidades de troca. Apps, comunidades digitais e plataformas convivem com o hobby tradicional.

Sobre esta retrospectiva. Esta página apresenta uma linha do tempo editorial, com narrativa histórica baseada em fontes públicas. Datas e fatos são referenciais. Para pesquisa acadêmica rigorosa, consulte arquivos oficiais e bibliografia especializada. Este portal é cultural e informativo, não comercializa álbuns vintage e é independente das entidades que organizam o torneio.